Mitocôndrias e genética

    As principais variações genéticas (SNPs) que influenciam o funcionamento das suas mitocôndrias. Esses marcadores genéticos podem afetar vários aspectos do desempenho mitocondrial, desde a eficiência da produção de energia até a capacidade antioxidante. Embora a genética desempenhe um papel importante, é crucial lembrar que fatores de estilo de vida, como dieta, exercícios, sono e gerenciamento do estresse, podem impactar significativamente a forma como esses genes se expressam.

Cadeia de Produção de Energia: NDUFS7 e NDUFS8 estão envolvidos nos estágios iniciais da produção de energia, atuando como interruptores de ignição e componentes de fios. Se não estiverem funcionando bem, todo o processo pode falhar. UQCRC2, COX5A e COX6C atuam nos estágios intermediário e final, passando elétrons e usando oxigênio de forma eficiente. ATP5F1C é a peça final, convertendo todo esse trabalho em energia utilizável (ATP).

Reguladores Mitocondriais: O PPARGC1B atua como um interruptor mestre para criar novas mitocôndrias e controlar sua eficiência. A CoQ2 produz a Coenzima Q10, que mantém esse mecanismo funcionando suavemente, como óleo em um motor.

Proteção e Controle de Qualidade: A SOD2 e a CAT atuam como equipes de limpeza interna, neutralizando subprodutos nocivos da produção de energia. O NFE2L2 coordena a defesa celular geral contra o estresse oxidativo. O BCL2 atua como controle de qualidade, decidindo se reparar ou remover mitocôndrias danificadas. A SIRT1 e a SIRT6 ajudam a manter a saúde mitocondrial e a resposta ao estresse.

Controladores de Eficiência Energética: A UCP1 e a UCP2 ajustam a eficiência com que as mitocôndrias convertem alimentos em energia em vez de calor, agindo como válvulas de alívio de pressão em diferentes tipos de células. Cada um desses genes desempenha um papel crucial na função mitocondrial, e variações neles podem afetar o funcionamento de nossas usinas celulares

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